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Incentivos – Mendes faz cortes em setores consolidados

O governador Mauro Mendes, rebateu criticas de setores ”pesos pesados” do agronegócio, em virtude do discurso sem fundamento e completamente ”fora da realidade”

Os benefícios do projeto de lei que reinstitui os incentivos fiscais concedidos em Mato Grosso, serão revogados, afirmou o governador Mauro Mendes (DEM), os quais para ele, não fazem mais sentido.

Mauro ainda disse que hoje empresa já consolidadas, seguem recebendo o benefício. em sua ótica, o Governo deve impulsionar/estimular o setor enquanto ainda está fase de desenvolvimento.

“O diálogo é para ser feito na Assembleia. Agora, quando isso fere alguns interesses, é muito comum usar de subterfúgios para tentar atacar. O Governo está sempre aberto ao diálogo. Mas vamos fazer o que é melhor para Mato Grosso. Existiam alguns incentivos aqui que não tem em lugar nenhum do Brasil. Cortamos mesmo”, disse Mauro, categórico em conversa com a imprensa, nesta quinta-feira (27).

Os setores produtivos, industrial, comércio e serviços de Mato Grosso reagiram duramente quanto a possibilidade de o Governo reduzir os incentivos fiscais aplicados no Estado.

O presidente da Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão (AMPA), Alexandre Pedro Schenkel, por exemplo, classificou como “ato inconsequente” uma possível redução.

“Isso trás imensa insegurança de investimento às indústrias no Estado. Tanto os produtores como as indústrias fizeram investimentos, que temos que honrar com os contratos já celebrados. E osempregos, tanto das indústrias como no campo, nas revendas, no comércio e serviços? Fizeram essa conta das demissões em todos esses setores?”, disse Pedro Shenkel.

O governador, não mandou recado nem escondeu nome e sobrenome do setor: “E eu disse muitas vezes que iria cortar, porque não faz sentido, não é política de desenvolvimento. São incentivos fiscais dados a alguns segmentos que não contribuem com o crescimento industrial de Mato Grosso. O algodão, por exemplo, quando começou há 30 anos, fazia todo sentido, porque Mato Grosso não produzia nada. Hoje, a cadeia cresceu, se desenvolveu. Não pode dar mamadeira para criança a vida inteira”, afirmou.

 

 

 

Da Redação

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