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Execução das obras da Ferronorte em MT atinge 40% e facilitará escoamento

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A construção do trecho da ferrovia Senador Vicente Vuolo (Ferronorte), que irá interligar os municípios de Alto Araguaia e Rondonópolis, está com 40% das obras executadas. A distância entre as duas cidades é de 260 quilômetros. A ferrovia é um importante modal esperado pelos produtos e industriais de Mato Grosso, pois ajudará no escoamento da produção, com frete reduzido se comparado ao rodoviário.
Na última semana, o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (IBAMA) emitiu a licença para a instalação do terminal da América Latina Logística (ALL), em Itiquira, por onde passarão os trilhos até chegar em Rondonópolis. O investimento na construção do trecho está estimado em R$ 800 milhões, segundo o diretor do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), Luiz Antônio Pagot. Conforme ele, cerca de 60 km já passaram por terraplanagem, considerando que os trilhos foram instalados ao longo de 40 km. “Estamos com quase metade da obra concluída”. A construção do terminal de Itiquira terá início ainda este mês, com previsão de término em 6 meses.
A licença emitida pelo Ibama, segundo o superintendente do órgão em Mato Grosso, Ramiro Martins Costa, considerou todo um estudo de impacto ambiental e social. Ele explica que a Licença de Instalação (LI) abrange a Licença Prévia (LP), e considera também as audiências realizadas com a comunidade.
Ele acrescenta que, após a construção do terminal, ainda será necessário liberar a Licença de Operação (LO). A área cedida pela Prefeitura de Itiquira, localizada a 14 quilômetros do centro da cidade tem 73 hectares. Conforme a ALL, a capacidade do terminal será para carregar um trem com 120 vagões por dia, com a possibilidade de aumento gradativo de até dois trens/dia. Aproximadamente 200 colaboradores de Itiquira trabalharão no projeto.
Outro investimento ferroviário projetado para Mato Grosso é a chegada dos trilhos de Rondonópolis a Cuiabá, somando cerca de 200 km. Conforme o secretário estadual de Logística Intermodal de Transporte (Selit), Francisco Vuolo, essa obra custará cerca de R$ 750 milhões, devendo ser iniciada após a conclusão do trecho entre Alto Araguaia e Rondonópolis, prevista para 2012. Conforme ele, é estudada a possibilidade de transportar passageiros neste trecho, além grãos e farelos. A empresa que executará a obra será definida após a conclusão dos estudos de impacto, executados pelo governo de MT.

A construção do trecho da ferrovia Senador Vicente Vuolo (Ferronorte), que irá interligar os municípios de Alto Araguaia e Rondonópolis, está com 40% das obras executadas. A distância entre as duas cidades é de 260 quilômetros. A ferrovia é um importante modal esperado pelos produtos e industriais de Mato Grosso, pois ajudará no escoamento da produção, com frete reduzido se comparado ao rodoviário.
Na última semana, o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (IBAMA) emitiu a licença para a instalação do terminal da América Latina Logística (ALL), em Itiquira, por onde passarão os trilhos até chegar em Rondonópolis. O investimento na construção do trecho está estimado em R$ 800 milhões, segundo o diretor do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), Luiz Antônio Pagot. Conforme ele, cerca de 60 km já passaram por terraplanagem, considerando que os trilhos foram instalados ao longo de 40 km. “Estamos com quase metade da obra concluída”. A construção do terminal de Itiquira terá início ainda este mês, com previsão de término em 6 meses.
A licença emitida pelo Ibama, segundo o superintendente do órgão em Mato Grosso, Ramiro Martins Costa, considerou todo um estudo de impacto ambiental e social. Ele explica que a Licença de Instalação (LI) abrange a Licença Prévia (LP), e considera também as audiências realizadas com a comunidade.
Ele acrescenta que, após a construção do terminal, ainda será necessário liberar a Licença de Operação (LO). A área cedida pela Prefeitura de Itiquira, localizada a 14 quilômetros do centro da cidade tem 73 hectares. Conforme a ALL, a capacidade do terminal será para carregar um trem com 120 vagões por dia, com a possibilidade de aumento gradativo de até dois trens/dia. Aproximadamente 200 colaboradores de Itiquira trabalharão no projeto.
Outro investimento ferroviário projetado para Mato Grosso é a chegada dos trilhos de Rondonópolis a Cuiabá, somando cerca de 200 km. Conforme o secretário estadual de Logística Intermodal de Transporte (Selit), Francisco Vuolo, essa obra custará cerca de R$ 750 milhões, devendo ser iniciada após a conclusão do trecho entre Alto Araguaia e Rondonópolis, prevista para 2012. Conforme ele, é estudada a possibilidade de transportar passageiros neste trecho, além grãos e farelos. A empresa que executará a obra será definida após a conclusão dos estudos de impacto, executados pelo governo de MT.

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Agecopa é responsável apenas por executar as obras, garante Yênes

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O presidente da Agecopa Yenês Magalhães afirmou que a responsabilidade da agência quanto ao projeto do Bus Rapid Transit (BRT), ou “Ônibus Rápido”, diz respeito apenas à execução das obras. A licitação para contratação das empresas que farão o transporte e o gerenciamento do novo sistema devem permanecer sob a responsabilidade das prefeituras de Cuiabá e Várzea Grande e da Ager, responsável pelas linhas de ônibus intermunicipais.

   Yenês conta que as três gestões já chegaram ao consenso de que a gestão do BRT será única e que o mais provável é que seja criada uma comissão com representantes das três partes para administar o novo sistema. A união ocorrerá porque o transporte coletivo entre as duas cidades será unificado. “Foi uma decisão que eles tomaram: a gestão vai ser única, porque se não fosse não dava para implantar o BRT. A partir daí eu vou levar dois anos executando as obras, então eles têm esse tempo para definir se vai ser uma companhia, uma agência. O que vai ser é problema deles”, afirma.

   De acordo com Yenês, a comissão também terá os próximos dois anos, período em que as obras de mobilidade urbana estarão sendo executadas, para definir as novas licitações. “Este ano é o ano que eles vão ter que negociar com as empresas. Porque eu não posso pedir para uma empresa comprar 10 ônibus articulados de uma hora para outra. Terão que ser estabelecidas metas para se chegar a um acordo”, conta o presidente, explicando que, como os ônibus vão transitar por um canteiro central, as portas de embarque e desembarque de passageiros terão que ser do lado esquerdo dos veículos.

   As mudanças devem adiar ainda mais as licitações para renovação do serviço de transporte coletivo, tanto de Cuiabá quanto da Ager, que já estão com os prazos de vigência vencidos. Segundo Yenês, a ideia é unificar também a data de vencimento dos contratos e as regras de operação. Para isso, o presidente conta que ele próprio procurou o Ministério Público para discutir um novo prazo para a realização dos processos licitatórios. “O Ministério Público entendeu que é um momento novo e que as prefeituras de Cuiabá e Várzea Grande e a Ager precisam chegar a um entendimento de como esse novo sistema operacional será”, conta.