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Secretaria Intermodal de Transportes criará Plano Estadual de Viação para acelerar obras da Copa

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Transporte aeroviário, ferroviário e hidroviário. Esses são os segmentos em que a nova Secretaria Extraordinária de Acompanhamento da Logística Intermodal de Transportes, vinculada à Casa Civil, irá trabalhar. Sob o comando do secretário Francisco Vuolo, a nova pasta faz parte do processo de reforma administrativa do Governo do Estado. A Secretaria Intermodal de Transportes será responsável pela elaboração de um Plano Estadual de Viação para dar celeridade às obras da Copa do Mundo de 2014.

Segundo o secretário-chefe da Casa Civil, Eder Moraes, a nova Secretaria atende a prioridade do Governo do Estado que é a Copa de 2014. “A Secretaria Intermodal de Transporte terá destaque em três áreas: hidrovia, ferrovia e aerovia. É o Governo do Estado trabalhando em conjunto para a realização das obras do Mundial”, disse.

Para Vuolo, os trabalhos que serão desenvolvidos pela pasta terão como prioridade a aceleração das obras de mobilidade urbana da Copa de 2014. Ele esclarece que a Secretaria não irá executar obras, mas sim articular e definir os planos logísticos do Estado.

“Vamos preparar o Estado Mato Grosso logisticamente não só nas rodovias, mas também nas ferrovias, hidrovias e aerovias”, disse Vuolo, ressaltando que a criação da pasta vem ao encontro do crescimento de Mato Grosso, que tem grande potencialidade na escoação de grãos. “Também vamos trabalhar com uma logística não só de escoamento da produção, mas também iremos beneficiar o cidadão”, completou.

Ele destaca que, neste primeiro momento, está trabalhando com o layout e estrutura física da nova Secretaria, como também da composição da equipe de trabalho. Na segunda etapa, Vuolo irá definir as parcerias com entidades privadas, organizadas e União.

O novo secretário de Estado tem o histórico de luta na qual a sua família batalhou a favor da vinda da ferrovia para Mato Grosso. “Como presidente do Fórum Pró-Ferrovia lutei pela ferrovia e agora vou lutar por um Estado melhor”, declarou Vuolo.

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Execução das obras da Ferronorte em MT atinge 40% e facilitará escoamento

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A construção do trecho da ferrovia Senador Vicente Vuolo (Ferronorte), que irá interligar os municípios de Alto Araguaia e Rondonópolis, está com 40% das obras executadas. A distância entre as duas cidades é de 260 quilômetros. A ferrovia é um importante modal esperado pelos produtos e industriais de Mato Grosso, pois ajudará no escoamento da produção, com frete reduzido se comparado ao rodoviário.
Na última semana, o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (IBAMA) emitiu a licença para a instalação do terminal da América Latina Logística (ALL), em Itiquira, por onde passarão os trilhos até chegar em Rondonópolis. O investimento na construção do trecho está estimado em R$ 800 milhões, segundo o diretor do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), Luiz Antônio Pagot. Conforme ele, cerca de 60 km já passaram por terraplanagem, considerando que os trilhos foram instalados ao longo de 40 km. “Estamos com quase metade da obra concluída”. A construção do terminal de Itiquira terá início ainda este mês, com previsão de término em 6 meses.
A licença emitida pelo Ibama, segundo o superintendente do órgão em Mato Grosso, Ramiro Martins Costa, considerou todo um estudo de impacto ambiental e social. Ele explica que a Licença de Instalação (LI) abrange a Licença Prévia (LP), e considera também as audiências realizadas com a comunidade.
Ele acrescenta que, após a construção do terminal, ainda será necessário liberar a Licença de Operação (LO). A área cedida pela Prefeitura de Itiquira, localizada a 14 quilômetros do centro da cidade tem 73 hectares. Conforme a ALL, a capacidade do terminal será para carregar um trem com 120 vagões por dia, com a possibilidade de aumento gradativo de até dois trens/dia. Aproximadamente 200 colaboradores de Itiquira trabalharão no projeto.
Outro investimento ferroviário projetado para Mato Grosso é a chegada dos trilhos de Rondonópolis a Cuiabá, somando cerca de 200 km. Conforme o secretário estadual de Logística Intermodal de Transporte (Selit), Francisco Vuolo, essa obra custará cerca de R$ 750 milhões, devendo ser iniciada após a conclusão do trecho entre Alto Araguaia e Rondonópolis, prevista para 2012. Conforme ele, é estudada a possibilidade de transportar passageiros neste trecho, além grãos e farelos. A empresa que executará a obra será definida após a conclusão dos estudos de impacto, executados pelo governo de MT.

A construção do trecho da ferrovia Senador Vicente Vuolo (Ferronorte), que irá interligar os municípios de Alto Araguaia e Rondonópolis, está com 40% das obras executadas. A distância entre as duas cidades é de 260 quilômetros. A ferrovia é um importante modal esperado pelos produtos e industriais de Mato Grosso, pois ajudará no escoamento da produção, com frete reduzido se comparado ao rodoviário.
Na última semana, o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (IBAMA) emitiu a licença para a instalação do terminal da América Latina Logística (ALL), em Itiquira, por onde passarão os trilhos até chegar em Rondonópolis. O investimento na construção do trecho está estimado em R$ 800 milhões, segundo o diretor do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), Luiz Antônio Pagot. Conforme ele, cerca de 60 km já passaram por terraplanagem, considerando que os trilhos foram instalados ao longo de 40 km. “Estamos com quase metade da obra concluída”. A construção do terminal de Itiquira terá início ainda este mês, com previsão de término em 6 meses.
A licença emitida pelo Ibama, segundo o superintendente do órgão em Mato Grosso, Ramiro Martins Costa, considerou todo um estudo de impacto ambiental e social. Ele explica que a Licença de Instalação (LI) abrange a Licença Prévia (LP), e considera também as audiências realizadas com a comunidade.
Ele acrescenta que, após a construção do terminal, ainda será necessário liberar a Licença de Operação (LO). A área cedida pela Prefeitura de Itiquira, localizada a 14 quilômetros do centro da cidade tem 73 hectares. Conforme a ALL, a capacidade do terminal será para carregar um trem com 120 vagões por dia, com a possibilidade de aumento gradativo de até dois trens/dia. Aproximadamente 200 colaboradores de Itiquira trabalharão no projeto.
Outro investimento ferroviário projetado para Mato Grosso é a chegada dos trilhos de Rondonópolis a Cuiabá, somando cerca de 200 km. Conforme o secretário estadual de Logística Intermodal de Transporte (Selit), Francisco Vuolo, essa obra custará cerca de R$ 750 milhões, devendo ser iniciada após a conclusão do trecho entre Alto Araguaia e Rondonópolis, prevista para 2012. Conforme ele, é estudada a possibilidade de transportar passageiros neste trecho, além grãos e farelos. A empresa que executará a obra será definida após a conclusão dos estudos de impacto, executados pelo governo de MT.

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Agecopa é responsável apenas por executar as obras, garante Yênes

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O presidente da Agecopa Yenês Magalhães afirmou que a responsabilidade da agência quanto ao projeto do Bus Rapid Transit (BRT), ou “Ônibus Rápido”, diz respeito apenas à execução das obras. A licitação para contratação das empresas que farão o transporte e o gerenciamento do novo sistema devem permanecer sob a responsabilidade das prefeituras de Cuiabá e Várzea Grande e da Ager, responsável pelas linhas de ônibus intermunicipais.

   Yenês conta que as três gestões já chegaram ao consenso de que a gestão do BRT será única e que o mais provável é que seja criada uma comissão com representantes das três partes para administar o novo sistema. A união ocorrerá porque o transporte coletivo entre as duas cidades será unificado. “Foi uma decisão que eles tomaram: a gestão vai ser única, porque se não fosse não dava para implantar o BRT. A partir daí eu vou levar dois anos executando as obras, então eles têm esse tempo para definir se vai ser uma companhia, uma agência. O que vai ser é problema deles”, afirma.

   De acordo com Yenês, a comissão também terá os próximos dois anos, período em que as obras de mobilidade urbana estarão sendo executadas, para definir as novas licitações. “Este ano é o ano que eles vão ter que negociar com as empresas. Porque eu não posso pedir para uma empresa comprar 10 ônibus articulados de uma hora para outra. Terão que ser estabelecidas metas para se chegar a um acordo”, conta o presidente, explicando que, como os ônibus vão transitar por um canteiro central, as portas de embarque e desembarque de passageiros terão que ser do lado esquerdo dos veículos.

   As mudanças devem adiar ainda mais as licitações para renovação do serviço de transporte coletivo, tanto de Cuiabá quanto da Ager, que já estão com os prazos de vigência vencidos. Segundo Yenês, a ideia é unificar também a data de vencimento dos contratos e as regras de operação. Para isso, o presidente conta que ele próprio procurou o Ministério Público para discutir um novo prazo para a realização dos processos licitatórios. “O Ministério Público entendeu que é um momento novo e que as prefeituras de Cuiabá e Várzea Grande e a Ager precisam chegar a um entendimento de como esse novo sistema operacional será”, conta.