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Author Archives: Kadu Rachid

Esportes

Tricolor enfrenta Once Caldas esta noite na Colômbia

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Rogério Ceni é um dos trunfos do São Paulo

Ainda em busca de afirmação na temporada 2010, o São Paulo  relembrará um passado frustrante e, na noite desta quinta-feira, voltará a encontrar o seu último algoz internacional na Taça Libertadores da América. A equipe, que será comandada interinamente por Milton Cruz, já que Ricardo Gomes está afastado por causa de um AVC, enfrentará o Once Caldas, rival que em 2004 acabou com o sonho do título tricolor ao vencer o jogo de volta da semifinal por 2 a 1.

Vale lembrar que, após esse tropeço, o time do Morumbi, que foi campeão sul-americano em 2005, acabou eliminado da competição nos quatro anos seguintes por times brasileiros: Internacional (2006), Grêmio (2007), Fluminense (2008) e Cruzeiro (2009).

A partida desta quinta será realizado no mesmo palco da eliminação passada, o estádio Palogrande, na cidade de Manizales (COL), e terá início às 19h10m locais (21h10m no horário de Brasília). O jogo será transmitido para todo Brasil pelo Sportv 2. O GLOBOESPORTE também acompanhará o duelo a partir das 20h45m.

Os dois times estão empatados na liderança do grupo 2 da competição sul-americana com o Monterrey, que no entanto, tem um jogo a mais. Todos têm três pontos. Isso significa que, quem vencer na noite desta quinta, vai se isolar na liderança e dar um largo passo rumo a classificação para a próxima fase.

(Fonte: Globo Esporte)

Novidade Política

Desvio do TJ pode ter beneficiado loja Maçonica

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Loja Maçônica Grande Oriente de Mato Grosso

Um suposto superfaturamento na aquisição de materiais para a construção do Fórum de Cuiabá pode ter financiado a construção da sede da Loja Maçônica Grande Oriente do Estado de Mato Grosso.

A obra do Fórum de Cuiabá custou aos cofres públicos R$ 55 milhões e o Ministério Público Estadual (MPE) alega que há fortes indícios de superfaturamento. As informações são de uma reportagem do Jornal da Band, de autoria do jornalista Fabio Pannunzio.

Ambos os prédios, o do Fórum e o da Loja Macônica, foram inaugurados em 2007 e o que falta em uma estrutura se complementa em outra, inclusive, com a semelhança de materiais de construção, como piso e asfaltos. A sede dos maçons está localizada na Avenida Historiador Rubens de Mendonça, a Avenida do CPA, e a menos de 500 metros do Fórum de Cuiabá.

A coincidência de proximidade de local e ano de inauguração não seria por acaso. De acordo com o desembargador Orlando Perri, a loja maçônica não tinha dinheiro para bancar a construção da sede e o dinheiro do Tribunal de Justiça pode ter sido usado para financiar a sede maçônica.

“A loja maçônica não possuía movimentação financeira suficiente para erguer aquele templo”, revelou o magistrado, em entrevista à emissora de TV.

Processo no CNJ

O indício de irregularidade motivou a abertura de um processo disciplinar no Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que puniu com aposentadoria compulsória três desembargadores e sete juízes, na última terça-feira (23).Entre os afastados estão o atual presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Mariano Travassos, e o seu antecessor, desembargador José Ferreira Leite.

O desembargador José Tadeu Cury também foi punido e os juízes são Antonio Horácio da Silva Neto, Irênio Lima Fernandes, Marco Aurélio dos Reis Ferreira, Juanita Clait Duarte, Graciema Ribeiro Caravellas, Marcelo Souza Barros e Maria Cristina Oliveira Simões.

A reportagem da Band foi informada de que o desembargador Ferreira Leite está de férias e incomunicável – e que nenhum magistrado foi encontrado para comentar as denúncias.

Benefícios a maçons e aposentadoria

O desvio de dinheiro do Tribunal de Justiça, desta vez por meio de pagamentos indevidos de bonificações, teria tido início com a criação de uma cooperativa de crédito que firmou convênio com outra instituição que já existia.

“O presidente do TJ e grão-mestre passou a convidar irmãos maçônicos para fazer aplicações naquela cooperativa de crédito”, revelou o desembargador Orlando Perri, que, na época, respondia pela Corregedoria do TJ. Embora não tenha citado nominalmente na entrevista dada a Band, o presidente do TJ e grão-mestre era o desembargador José Ferreira Leite.

Conforme a denúcia, com a quebra da cooperativa de crédito, Ferreira Leite assumiu o compromisso de ressarcir os prejuízos financeiros dos maçons. A alternativa encontrada foi pagar a liberação de bonificações aos juízes que mantinham relações com a Maçonaria.

“Escolheu-se um grupo seleto de magistrados para receber os créditos, créditos estes que acabaram por surgir a ordem maçônica”, revelou Perri.

Um documento comprovaria que, ao mesmo tempo, outros juízes vendiam créditos que tinham a receber com um grande deságio. A juíza Amini Haddad Campos, por exemplo, teria um crédito de R$ 124.118.58, que teria sido negociado por apenas 40% do valor de face, quando ela precisou de dinheiro para receber e não conseguiu receber do Tribunal de Justiça, conforme a denúncia.

O presidente da Loja Maçônica Grande Oriente do Brasil  de Mato Grosso declarou que a responsabilidade pelos desvios surgiu da dissidência de um grupo de maçons. “A instituição não faz nada errado, os homens podem até errar, talvez por excesso de de zelo ou autoridade”, disse ele à reportagem.

Investigações

Em seu blog, o jornalista Fábio Pannuzio revela ainda mais detalhes da “misteriosa construção da sede maçônica Grande Oriente do Estado de Mato Grosso”.

Confira:

“A sede da Grande Oriente do Mato Grosso motivou a abertura de um procedimento investigatório criminal instaurado em 2007, ano da inauguração do prédio. As primeira suspeitas já apontavam a responsabilidade de Marcelo Souza de Barros, juiz-auxiliar da presidência do TJ/MT. O magistrado já respondia a outros processos – como o de favorecer o escritório de advocacia de um irmão com o desvio de processos de créditos de precatórios.

Quando o sigilo bancário do juiz foi quebrado, descobriu-se uma vultosa movimentação de saques e depósitos em dinheiro vivo. Um dos depósitos, de R$ 83 mil, foi feito pela concessionária Via Láctea Veículos, que, três meses depois, venceria uma licitação para a venda de 30 automóveis para a frota do Tribunal de Justiça.

Marcelo Souza Barros foi indicado pela presidência do TJ para presidir a comissão especial que iria gerenciar a construção do novo forum. O edital já previa ítens considerados ‘absurdos’, como a compra de 3 mil toneladas de vigas de aço, mais do do que dobro do necessário, de acordo com parecer do engenheiro-responsável pelo projeto.

Contra a construtora contratada para a construção do prédio, a Cogepe, havia dois pedidos de falência. A empresa tinha 278 títulos protestado no mercado. A situação financeira da empresa era tão débil que o TJ teve que fazer antecipação de pagamentos a fornecedores de material de construção para evitar a paralisação da obra.

O mais espantoso é que, diante da impossibilidade de manter uma conta-corrente, a Cogepe foi presentada com uma conta compartilhada, cujo titular era o próprio Tribunal de Justiça, para receber os pagamentos.

O custo final do forum ultrapassou R$ 57 milhões — mais do que o dobro do valor estimado para uma obra do mesmo porte. Curiosamente, a duas quadras de distância a maçonaria erguia o prédio de sua sede silenciosamente. Abertas as contas da Casa Maçônica grande Oriente de Mato Grosso, descobriu-se que a obra portentosa era tocada sem custos.

‘A maçonaria não tinha caixa suficiente para pagar a construção do prédio’, assegurou o desembargador Orlando Perri, que investigou a denúncia. A conclusão óbvia foi a de que o material de construção e os recursos do TJ estavam sendo empregados na obra da maçonaria”.

(Fonte: Mídia News)

Variedades

Prós e contras da ração humana

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A ração humana é composta por linhaça, trigo, aveia, soja, entre outros ingredientes ricos em fibra

O composto alimentar conhecido como ração humana vem ganhando espaço entre pessoas que querem emagrecer ou que esperam regular o sistema digestivo. Segundo fabricantes, a mistura, que conta com ingredientes ricos em fibra como linhaça, trigo, aveia, soja, entre outros, permite perder até 8 quilos em um mês, além de ajudar a controlar o colesterol, aumentar a resistência orgânica e regular o intestino. Mas especialistas, embora destaquem os benefícios que a mistura pode trazer à saúde, alertam que é preciso cautela.

De acordo com a nutricionista clínica e fiscal do Conselho Regional de Nutrição do Rio de Janeiro, Edna Garambone, o composto, facilmente encontrado em lojas de produtos naturais, especialmente nas grandes cidades, até gera a perda de peso, porque as fibras aumentam a saciedade e leva o organismo a reduzir a absorção de gordura. Ela enfatiza, no entanto, que pessoas com alergia a algum de seus componentes podem ter efeitos colaterais nocivos à saúde.

“Quem tem alergia à linhaça ou síndrome do intestino irritado pode sofrer com os efeitos colaterais, como a dor de cabeça e o aumento das idas ao banheiro. Além disso, como o produto muitas vezes é consumido por conta própria, as pessoas ficam sem saber que é preciso beber muita água para evitar o fecalomas, ou endurecimento das fezes”, disse a nutricionista, que acredita que a mistura pode ser utilizada, com recomendação clínica, como complemento, adicionada a saladas, iogurtes e frutas, mas nunca em substituição às refeições.

Essa é a prática, no entanto, da maioria das pessoas que consomem o produto, como a podóloga carioca Vera Lúcia Ribeiro, que há cerca de três meses trocou o pão com manteiga e o café com leite por um shake à base da mistura logo que acorda. “Sinto que a minha pele está mais bonita, o meu intestino funciona melhor e até a minha taxa de colesterol reduziu um pouco”, afirmou.

Para a naturalista Renata Moura, integrante do grupo Terrapia da Fundação Oswaldo Cruz, que promove a alimentação com base em sementes não germinadas e hortaliças orgânicas, o segredo da ração humana está na força dos grãos.

“É um remédio natural, que leva a energia da terra ao organismo. Quem toma melhora até o humor, ganha mais vitalidade e disposição”, garante.

Com tantas promessas, a procura pelo produto tem sido cada vez maior. A rede carioca Longevid, que comercializa produtos naturais, decidiu apostar no produto e começou a produzir a ração humana em novembro do ano passado. A demanda pela mistura, que é dispensado de registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), foi tão grande que o estoque esgotou logo no primeiro mês.

A professora do departamento de Nutrição e Dietética da Universidade Federal Fluminense (UFF), Vilma Blondet, lembra que sempre que o mercado lança novidades, há uma corrida dos consumidores. Ela argumenta, no entanto, que não há milagres para quem deseja emagrecer ou ter uma vida mais saudável.

“O preparo pode auxiliar a perda de peso e o equilíbrio das funções orgânicas, mas não se trata de um pó milagroso. Ele também é rico em óleos vegetais, que são altamente calóricos, por isso seu uso deve ser limitado. Para emagrecer é preciso inseri-lo, com cautela, em um programa alimentar balanceado aliado à prática de exercícios físicos”, alertou.

(Fonte: Agência Brasil)